Beleza, originalidade,
verdade. Mitos. O filme Cópia Fiel (Copie Conforme, 2010) encanta pela
temática, mas especialmente pela vulnerabilidade de Juliette Binoche, atriz que
adoro e admiro. Às vezes cofuso, ou não; meio cansativo, ou não. Para quem
gosta de diálogos e de tempos mais lentos, uma delícia. Como boa geminiana,
característica que desconfio ter pouca ligação com a astrologia e mais com um
karma, saí especialmente impressionada com uma frase. Daquelas que permitem
sentir-me quase normal em um mundo de mil teorias, personalidades, vontades. Um
alívio.
“Receio não ter nada de
simples em ser simples”

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