domingo, 16 de dezembro de 2012

CÓPIA FIEL

Beleza, originalidade, verdade. Mitos. O filme Cópia Fiel (Copie Conforme, 2010) encanta pela temática, mas especialmente pela vulnerabilidade de Juliette Binoche, atriz que adoro e admiro. Às vezes cofuso, ou não; meio cansativo, ou não. Para quem gosta de diálogos e de tempos mais lentos, uma delícia. Como boa geminiana, característica que desconfio ter pouca ligação com a astrologia e mais com um karma, saí especialmente impressionada com uma frase. Daquelas que permitem sentir-me quase normal em um mundo de mil teorias, personalidades, vontades. Um alívio.

“Receio não ter nada de simples em ser simples”

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